Quinta-feira, 29 de Março de 2012

David Copperfield (Biblioteca OS GRANDES GÉNIOS DA LITERATURA UNIVERSAL, #17)David Copperfield by Charles Dickens
My rating: 5 of 5 stars

Esta foi a minha primeira grande obra de Dickens. Até então apenas tinha lido Contos de Natal.
Achei o livro de uma enorme genialidade... aprofunda o caráter humano em todos os níveis. A multiplicidade de personagens, a diversidade de histórias, a mudança constante de cenário, fazendo a história sem nunca, mas nunca perder o interesse, tudo isso é brilhante!

Acompanhamos David Copperfield deste o dia do seu nascimento até à fase adulta de realização. Acima de tudo esta obra é uma biografia de Copperfield, alguns peritos insinuam inclusivé, tratar-se igualmente de uma espécie de autobiografia ficcionada de Charles Dickens, pois é possível encontrar várias similitudes com a sua própria vida.

David nasce órfão de pai, mas vive feliz na sua Rookery com a mãe e com Peggoty a sua criada que mostrará ao longo do livro o profundo amor, dedicação e carinho que tem pelo seu pequeno David. Às mãos do padrasto e da irmã do padrasto sofre terríveis provações, tanto, que pouco tempo depois de ficar também órfão de mãe, foge à procura da uma tia, Miss Betsy. Esta última personagem proporciona-nos momentos hilariantes, de rir até mais não, aliás, Dickens tem uma escrita com muito sentido de humor, do qual se parece servir para criticar os defeitos da sociedade.

Depois, a história segue vários rumos, muito interessantes e que obrigam a uma certa análise do caráter humano... Mr. Heep, uma criatura vil e repugnante, que nos é apresentada inicialmente de forma dúbia e que depois se revela um verdadeiro traste!

Nesta história podemos encontrar desde os pequenos dramas que todos vivemos em criança - que Dickens analisa de forma magistral -, a necessidade precoce de enfrentar o mundo, as mais diversas provações sentimentais até financeiras - agora estou a lembrar-me de Mr. Micawber e sua família, que juntamente com Betsy Trotwood são o auge da diversão! Temos depois a descoberta do mundo pelo jovem Copperfield, a profunda admiração que tem por Steerforth e todas as consequências que daí advém, um casamento apaixonado mas incompleto, uma fuga que trará consequências devastadoras para Mr. Peggoty que perde a sua adorada Emily e que não cessa nunca de a procurar, uma paixão que sempre lá esteve mas que só é descoberta no final, graves problemas económicos em virtude das fraudes de Mr. Heep que levam David Copperfield a entregar-se a todo o esforço do trabalho para vingar na vida.

É um grande herói, David Copperfield, uma personagem que jamais esquecerei. Nesta obra vamos aos mais recônditos sítios do ser humano, a todas as suas fraquezas e às suas melhores qualidades, uma verdadeira lição de vida, sempre com atenção à dignidade humana e às injustiças sociais que se viviam então, mas que se mantêm hoje apenas com uma outra máscara.

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publicado por Clara às 10:41
Segunda-feira, 26 de Março de 2012

Com esta crise que vivemos todas as promoções são boas para poupar alguns trocos e manter o mais saudável dos vícios: a leitura.

 

O Continente está neste momento e até dia 15 de Abril a fazer a festa do livro. Os descontos são de 20%, 30% e 40%. Os títulos são variados e se não fazem compras habitualmente neste supermercado, podem ver online os livros que estão em promoção e ponderar uma visita ao continente mais próximo.

 

Já a Fnac, mas apenas a loja online tem uma promoção de livros de bolso. Na compra de 3, apenas pagamos dois. Esta promoção é excelente não só porque os livros de bolso são mais baratos do que os outros mas porque permite acumular títulos ou seja se comprarem 6 livros apenas pagarão 4.

 

 

 



publicado por Vera às 12:58
Sexta-feira, 16 de Março de 2012

 

Este é um daqueles livros do género auto-ajuda. Confesso que estava à espera de algo diferente quando o trouxe da bibliioteca, porque julguei que se tratava de um romance inspirado na autora.

 

Em Amor e Sedução segundo Jane Austen, Lauren Henderson, a escritora, enumera uma série de dicas, lições e exemplos a seguir para arranjar o homem indicado da forma indicada, tomando como modelo (ainda que adaptando aos dias de hoje) as regras que Jane Austen descreve nas suas obras.

 

É um exercício interessante... li o livro em menos de dois dias, pois é extremamente simples e descomplicado, embora tenha algumas dúvidas quanto a este tipo de livros que pretendem standartizar e modelar as relações entre as pessoas pois aprecio, acima de tudo, a espontaneadade!

 

A parte interessante do livro foi para mim o exercício de comparação entre a vida real e as relações das nossas heroínas-heróis, transportando os seus comportamentos para aquilo que são as relações quotidianas. Acho que a análise que Lauren Henderson faz das personagens de Jane Austen está uito bem explorada, e no geral, confesso que não podia estar mais em sintonia.

 

É dos poucos livros relacionados com Jane Austen traduzidos para português e embora não tenha ficado extasiada, não considero que tenha sido uma total perda de tempo. Acabei por descobrir que sou uma Lizzie e que o meu homem ideal seria Henry Tilney... :)



publicado por Clara às 18:00
Quinta-feira, 15 de Março de 2012

Qual Catherine Morland, embarquei nesta aventura e li um dos primeiros romances góticos da história da literatura.

Li esta obra apenas e só por causa de Abadia de Northanger de Jane Austen.

Adorei a obra do principio ao fim, fiquei presa e agarrada às páginas do livro como uma lunática, quem me visse durante a viagem de autocarro para casa ao longo desta última semana, julgar-me-ia demente tal era a minha abstração da realidade que quase me fez esquecer de mandar parar o autocarro para ir para casa! Ainda um pouco de ressaca de tamanha história, vou tentar ser o mais lúcida possível.

 

 

Emilie, é a nossa personagem principal e digna da nossa admiração. Vive com os pais numa linda e pitoresca região de França, é a única filha viva do casal, cujo amor é incondicional e recíproco. Tem uma infância feliz e longe da cidade e de todas as suas tentações. Perde a mãe, vítima de uma doença súbita, e o pai decide fazer com ela uma viagem pelo sul de França e por Itália. Nessa viagem conhecem Valancourt, um jovem que viaja na solidão, dono de um caráter integro, puro e culto. Valancourt acaba por se juntar a eles nessa viagem e serve de grande ajuda pois Saint-Aubert (pai de Emilie) adoece gravemente no decorrer da jornada. Já não está com eles quando Saint-Aubert morre, numa cabana longe da sua casa, perto de um castelo que muitos dizem assombrado e que pertenceu à Marquesa de Villeroi, nome que suscita grande emoção de Saint Aubert. No leito de morte pede a Emilie que cumpra um último desejo, o de destruir umas cartas escondidas num soalho da sua casa no Valee e pede-lhe que nunca as leia. No testamento, deixa Emilie, ainda menor, a cargo da sua irmã Chéron - uma mulher fútil e sem grande sensibilidade.

 

Emilie, órfã de pai e mãe, parte para junto da tia. É por essa altura que Valancourt declara o seu amor por Emilie, totalmente correspondido, mas embora cheguem a ficar noivos, tudo cai por terra quando Chéron casa com Montoni, um italiano que se revelará um bandido da pior espécie. É ele que as leva para Itália e prepara um casamento forçado entre Emilie e um Conde italiano de grande fortuna. Tal casamento nunca se chega a realizar pois partem de rompante para um castelo, propriedade de Montoni - o Castelo de Udolfo. Aí, Emilie viverá os piores medos e terrores - desde quadros cobertos com um véu negro que escondem segredos impensáveis, a estranhos barulhos e gemidos durante a noite, corredores frios onde criadas julgam ver espíritos, estranhas melodias pela meia-noite, uma estranha porta que só fecha por fora no quarto destinado a Émilie longe de todos os outros, assaltos ao castelo durante a noite com severas batalhas de inimigos, passagens secretas, ... enfim, um terror!

 

Não posso contar mais nada, até porque o que me deu mais gozo ao ler a obra, foi não ter nenhuma ideia do que me esperava à partida, só uns pequenos lamirés dados por Jane Austen através de Catherine Morland. Aliás, este livro mostra até que ponto Cathy se encontrava influenciada por ele aquando da estadia em Northanger Abbey onde tenta a todo o custo chegar ao quarto da falecida Mrs. Tilney. Na obra de Ann Radcliffe, existe um mistério semelhante, respeitante à Marquesa de Villeroi que morreu vitima da tirania do marido e muita coisa estranha acontece no quarto onde morreu, que esteve fechado por largos anos, escondido da vista de todos. 

 

Aconselho qualquer pessoa a ler este livro, basta gostar de mistério e não ter pesadelos à noite por causa de relatos sobrenaturais que são o pão nosso de cada dia neste livro! Mas para quem leu Abadia de Northanger é uma enorme mais valia, pois grande parte das atitudes de Cathy são calaramente compreensíveis depois de ler Os Mistérios de Udolfo.

 



publicado por Clara às 15:53
Terça-feira, 06 de Março de 2012

O país perdeu a inteligência e a consciência moral. Os costumes estão dissolvidos, as consciências em debandada, os caracteres corrompidos. A prática da vida tem por única direcção a conveniência. Não há princípio que não seja desmentido. Não há instituição que não seja escarnecida. Ninguém se respeita. Não há nenhuma solidariedade entre os cidadãos. Ninguém crê na honestidade dos homens públicos. Alguns agiotas felizes exploram. A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia. O povo está na miséria. Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente. O desprezo pelas ideias aumenta em cada dia. Vivemos todos ao acaso. Perfeita, absoluta indiferença de cima a baixo! Toda a vida espiritual, intelectual, parada. O tédio invadiu todas as almas. A mocidade arrasta-se envelhecida das mesas das secretarias para as mesas dos cafés. A ruína económica cresce, cresce, cresce. As quebras sucedem-se. O pequeno comércio definha. A indústria enfraquece. A sorte dos operários é lamentável. O salário diminui. A renda também diminui. O Estado é considerado na sua acção fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo.

 

In As Farpas (edição de Outubro 2004), Maio de 1871

 

 

Não estranhem qualquer coincidência com a realidade actual, ou pelo menos, estranhem e depois entranhem. N'As Farpas, esta quase assustadora semelhança com a actualidade acontece de página para página. É um livro essencial para compreendermos este nosso país e para nos apercebermos da falta de originalidade que nos persegue desde o séc. XIX, uma vez que as críticas ferozes que Eça e Ortigão fazem nesta obra, mantêm-se, agravam-se, perpetuam-se. Embora a obra nos faça rir das nossas desgraças, é com esse ridículo que despertamos - um pouco como o efeito balde de água fria.

 

Não pude deixar de (re)publicar esta citação aqui neste novo espaço... estava a rever o meu Clube do Eça e não consegui ficar indiferente a tamanha genialidade!



publicado por Clara às 22:17
Segunda-feira, 05 de Março de 2012

Ao passar pela minha estante reparei neste livro que já tenho há uma série de anos. Confesso já o ter lido aí umas quatro vezes e, inexplicavelmente, dá-me sempre vontade de o ler quando começa a época da praia; Talvez porque quando o li pela segunda vez estava de férias no Algarve.

 

O tema não é dos mais famosos. Trata o adultério, as relações de aparência, vidas duplas;  mas também fala da paixão, desejo, compreensão e ternura que pode existir entre dois seres. E fala de acasos: existirão acasos entre um homem e uma mulher? A autora Sofia Bragança Buchholz "alia o desenrolar do seu tema com uma capacidade de caracterizar com perceptividade certeira os ambientes, as situações e as personagens, captando-lhes as tonalidades fortes e os matizes mais esbatidos" (resenha do livro).

 

Gosto deste livro. Não sei bem porquê. Ou secalhar até sei. Nunca fui muito atraída por escritores portugueses (calma... apenas sou sincera!), mas quando este livro me foi oferecido e o li, fiquei absolutamente encantada. Dei por mim a torcer pelo amor da Mariana e do João mesmo sabendo que o mesmo era errado! Mas nesta história o certo e o errado misturam-se, ultrapassando uma linha muito ténue.

 

O livro lê-se muito bem, com uma escrita fluida, crua e sempre interessante, daquelas que não nos deixa abandonar o livro sem que ele esteja terminado. E fala de amor, de um amor forte, bonito e sensual, um amor destinado sempre ao fracasso. Ah! Um amor que tem a sua acção no Porto, nas ruas e nos locais que nós, nortenhos, conhecemos. Gostava de deixar algumas passagens que sempre me despertam; mas, (in)felizmente... tenho de o ler outra vez. E aconselho a sua leitura!

 

Ao pesquisar por uma imagem da capa deste livro, descobri uma diferente da do meu que não conhecia mas que gostei muito. A minha (a que mostro acima) é muito simples e pouco nos diz acerca da história, por muito que o título seja interessante e perfeito. A nova é um pouco escura mas acho que tem mais a ver, não só com o título do livro, mas também com a sua história.

 

 E... ah!... Ele é mesmo perfeito!  

 



publicado por Sandra F. às 21:14
Sábado, 03 de Março de 2012

Um pouco incentivada pelo meu pai a dedicar-me a um género de leitura diferente daquele a que estou habituada – os meus eternos clássicos! – embrenhei-me numa grande pesquisa de autores (quando digo grande, significa que arranjei títulos suficientes para me preencherem nos próximos dez anos!). Estava com dúvidas sobre se havia de começar por ler filósofos ou antes temas da atualidade, ou ainda, biografias das grandes personalidades (das melhores e das piores!). Optei pela segunda hipótese.

 

Este livro, de autoria de Mário Soares – uma personalidade que tenho em grande apreço e consideração – fala-nos do começo da crise económica e financeira que vivemos atualmente e da histórica eleição para o Presidente dos EUA em 2008 (da qual saiu vencedor Barack Obama) e reúne uma série de crónicas do autor publicadas em diversos jornais num período compreendido entre Dezembro de 2007 e Fevereiro de 2009.

 

Embora siga em linha o pensamento de Mário Soares, penso que mesmo discordando de algumas posições ou opções ideológicas, este livro esclarece o porquê e a origem de tão malfadada crise que se prolonga até aos dias de hoje e parece não ter prazo de validade; além disso, coloca muitos dedos nas feridas e aponta soluções.

 

Todavia, enquanto lia o livro, não pude evitar sentir constantemente uma enorme frustração e uma total impotência ... isto porque, muitos dos males que Soares acreditava estarem já mal na altura, mantêm-se atualmente, quase quatro anos depois, sem grandes esperanças de melhoras... a total inação da União Europeia, a tendência preocupante deste “diretório europeu” em que são os países mais fortes economicamente que ditam o rumo dos países mais frágeis, esquecendo por completo a essência da União Europeia como centro de tomadas de decisão em consenso, a completa falta de regulação dos mercados – que todos atacaram mas que nada fazem para resolver, e (para mim) esta estranha manutenção da ideologia liberal (para não lhe chamar neoliberal) que prepondera e prevalece na Europa e que, para os que já se esqueceram, foi a origem de todo este mal económico e financeiro (com toda a questão da especulação financeira, do subprime americano, do capitalismo selvagem e de casino totalmente desregulado, a chamada “mão invisível” do mercado) -  nesta altura em que mais precisámos do Estado Social é quando nos querem fazer acreditar que foi por culpa dele que estamos hoje onde estamos, e ele não foi o responsável, bem longe disso! Mário Soares faz uma análise curisosa - foi para ele  (Estado Social) que se viraram quando inúmeros bancos entraram em falência, nacionalizaram os bancos por esse mundo fora, utilizando o dinheiro dos contribuintes para “tapar” o devaneio de uns certos investidores e de uns certos gestores que, aparentemente, sairam de tudo isto impunes (!); no entanto, vêm agora dizer-nos que o Estado deve ser mínimo (?). Pergunto-me, mas será que não aprenderam nada com o mal da origem desta enorme crise!?

 

Não sou perita no assunto, nem tão pouco posso ir ao fundo da questão sem cair nalguma demagogia, mas a verdade é que este livro me abriu os olhos para o que foi o começo desta crise, que parece esquecida e erradamente associada ao Estado Social e que desde 2008 que é uma crise internacional com implicações terríveis para todos os estados e não apenas desde Junho de 2011 como alguns julgam ou tendem a fazer crer (!).

 



publicado por Clara às 10:27
Sexta-feira, 02 de Março de 2012

 

 

imagem daqui

 

 

O primeiro contacto com a escrita de Rosa Lobato de Faria deu-se com o livro "A Trança de Inês" e como a experiência foi muito boa, decidi voltar logo que possível aos livros desta escritora. No entanto isso só aconteceu agora com este "As Esquinas do Tempo".

Neste livro conhecemos Margarida, uma professora de Matemática, que vive em Lisboa. Um dia, Margarida desloca-se a Vila Real para fazer uma palestra sobre novas técnicas de ensino da Matemática e fica hospedada num turismo de habitação. Quando acorda na manhã seguinte, Margarida descobre que já não está em 2008, mas sim 1908, e é agora a filha mais velha de um casal com três filhas. Ninguém parece notar que ela não pertence ali, simplesmente porque a Margarida que devia estar ali, era sua bisavô, com quem a nossa Margarida se parece muito.

Este tipo de estórias de viagem no tempo começam a ser bastante comuns, ainda muito recentemente o cinema teve um filme assim, pela mão de Woody Allen, o Meia-Noite em Paris. Mas mesmo antes deste filme já houve narrativas deste género, como por exemplo Kate e Leopoldo, a série Lost in Austen.

Embora, o livro tenha uma estória já antes explorada não deixa de ser uma leitura aliciante, que nos mantém naquela expectativa do que vai acontecer a seguir. Pessoalmente não gostei dos personagens, só de uma que me causou bastante piedade.

Rosa Lobato de Faria, faz ao longo do livro bastantes comentários mordazes que nos fazem perceber a sorte que temos em sermos mulheres e vivermos neste século. Quando Margarida pensa no seu século, acaba por lhe encontrar defeitos que até ali não via.

Se as minhas palavras não foram convicentes, aconselho-vos a espreitar aqui e a ouvirem a leitura do primeiro capitulo pela Rosa Lobato de Faria, quem sabe se vocês não irão sentir-se com vontade de ler e perceber como se viaja no tempo.

 

 

 



publicado por Vera às 10:53
O que nos move é a Paixão de Ler. Este blogue será dedicado às nossas leituras. É um espaço aberto para esgrimir opiniões sobre aqueles que são os nossos melhores amigos na solidão - Os Livros.
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